Suíça rejeita compra de caças e futuro do Gripen agora depende do Brasil.

Para fontes consultadas pelo Estado, o “não” suíço também abre a possibilidade de que o governo brasileiro tenha uma maior influência na negociação sobre o preço final e sobre as condições de pagamento. “Hoje, a Saab depende do Brasil para manter seu programa”, declarou um militar envolvido em negociações sobre vendas de caças na Europa. “O Brasil hoje significa a sobrevivência do Gripen e, por isso, o governo pode ter mais espaço para negociar”, alertou.

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Essa é uma coisa que nunca fiz, como comprador.

Barganhar em cima de uma situação momentânea e desfavorável de mercado.

E não me arrependi, meus fornecedores NUNCA me faltaram!

Respeitei-os, quis os melhores preços, sim!

Mas nunca os coloquei contra a parede, o dia de amanhã….. quem sabe?

E “o dia de amanhã” aconteceu, várias vezes!

O dono da empresa ficava surpreso…. “como conseguistes o caminhão sem ágio”? O meu carro, o dólar, etc?

Respeito, mútuo!

É bom!

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Economia de Portugal encolheu para se ajustar à UE > já sentiu uma crise, jovem?

Para economistas, ajuste de Portugal para ingressar no bloco europeu acabou por cortar renda da população.

Jamil Chade, enviado especial de O Estado de S.Paulo .

FARO, PORTUGAL – A crise fez a Europa redescobrir a pobreza e, diante de cortes e redução de gastos, entidades e economistas admitem que o modelo do estado do bem-estar social criado no continente depois da 2.ª Guerra Mundial pode ter chegado ao fim. Em todo o continente, governos de esquerda, centro ou direita se lançaram numa ofensiva para ajustar suas contas reduzindo benefícios sociais, cortando gastos no sistemas de saúde e educação, reduzindo salários, demitindo milhares de pessoas e limitando os números de ajuda social. “Nunca voltaremos a ter o que tínhamos antes”, diz o presidente da seção do Algarve da Cáritas, Carlos Oliveira.

 Mas o desabamento de um modelo social não se limitou aos cortes de benefícios. Para economistas, o que ocorreu em Portugal e na periferia da Europa foi a desvalorização da economia para se ajustar ao bloco europeu. Se num país com sua própria moeda isso é feito por meio da manipulação do câmbio, Portugal teve de cortar a renda da população.

Para certos economistas e o governo, a estratégia funcionou para tornar o país mais competitivo e atrair empresas que queiram produzir no país e exportar. Os salários diminuíram 1,5% em 2011, 0,5% em 2012 e 4,9% em 2013. No resto da Europa, a tendência seguiu um caminho inverso.

Para multinacionais em busca de mão de obra barata, a desvalorização da renda em Portugal foi comemorada. A Volkswagen, por exemplo, anunciou investimentos de 670 milhões numa linha de veículos destinada a exportação em Portugal. O resultado foi uma entrada de recursos que ajudou a lidar com o buraco nas contas do Estado.

O problema, para ONGs e economistas, é que quem pagou a conta foi a classe média. “Essa crise e a estratégia usada pelo governo levaram muitas famílias a condições muito próximas da pobreza”, diz o cientista político português Antonio Costa Pinto, professor da Universidade de Lisboa e um dos acadêmicos mais reconhecidos no país.

O desemprego continua batendo recordes, de 15,2%. E todos os dados – tanto do governo quanto de entidades independentes – indicam que a desigualdade aumentou e o número de pobres se multiplicou. “Hoje o país vê o surgimento de uma nova classe social: ‘os novos pobres’, envergonhados por sua situação”, diz Carlos Oliveira.

Segundo a OCDE, Portugal foi um dos países onde a desigualdade social mais aumentou entre os países ricos. Para a Eurostat, 25% dos portugueses estão em risco de pobreza ou exclusão social, o que equivale a 2,6 milhões de pessoas. O cálculo é feito com base nas pessoas que ganham pouco mais de 420 por mês, valor considerado como a linha da pobreza no país. O Instituto Nacional de Estatística de Portugal considera que 10,1% da população tem sérias dificuldades de obter renda para arcar com gastos de moradia.

Segundo as ONGs, uma das dificuldades em lidar com a crise foi o fato de que muitas famílias evitaram mostrar que estavam endividadas e haviam perdido tudo. “Hoje temos uma campanha que pede que as pessoas estejam atentos a seus vizinhos. Ele pode estar numa situação dramática e não revela por vergonha”, diz Oliveira.

A reportagem do Estado acompanhou a distribuição de alimentos no Faro. A opção da Cáritas foi a de acabar com a ideia de refeitório, algo considerado humilhante para muitos “novos pobres”. “As pessoas vêm aqui, pegam a comida e levam para casa para comer em sua mesa, com os filhos.”

Vários são os sinais da nova pobreza, levando a sociedade portuguesa a adotar novos hábitos. Uma mudança no comportamento foi o uso mais frequente de bicicletas e do transporte público. A taxa de divórcio foi reduzida após a constatação de casais de que não tinham como financiar sozinhos uma nova casa e milhares de jovens optaram por ficar mais tempo estudando diante da falta de emprego.

Para a Organização Internacional do Trabalho (OIT), outro legado da crise foi a criação de uma geração perdida. O desemprego bateu recordes e o continente se deparou com uma realidade irônica: nunca sua juventude esteve tão preparada para o mercado de trabalho e nunca tantos jovens tiveram acesso à universidade. Mas, pela primeira vez desde a 2.ª Guerra, a certeza de um emprego desapareceu.

Jovens com educação universitária passaram a se contentar com trabalho em restaurantes. Mateus Carvalho, um arquiteto de 31 anos, perdeu o emprego que tinha no Porto em 2010. No ano seguinte, abriu uma empresa que, um ano depois, faliu. Hoje é garçom em um hotel da região do Algarve. “Estou a juntar dinheiro para tentar a sorte em Berlim”, diz Mateus, que é trilíngue.

 

 

 

 

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O Brasil nunca mais viveu em democracia!

Pergunta 4: Economistas estão dizendo que como a prioridade do fornecimento de gás é pela térmica, o demanda da indústria pode sofrer restrição? Há essa preocupação também por parte da Petrobras?

RESPOSTA: A Petrobras, mesmo com o aumento da demanda das térmicas, conseguiu atender a 100% da demanda por gás este ano (termelétricas e distribuidoras). Além da perspectiva de aumento da produção nacional, com o aumento da participação do gás do pré-sal, os três terminais de regaseificação da companhia garantem ainda mais flexibilidade no fornecimento.

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Como O GLOBO “interpretou”!

Com térmicas a pleno vapor, indústrias adiam planos de expansão por falta de gás.

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Como a Petrobrás pode treplicar?

Não pode!

O STF….. cancelou…. o direito de resposta!

E… FIM!

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Tudo que os EUA querem!

Aécio afirmou ainda que, se for eleito, pretende revisar o acordo do Mercosul para não deixar o Brasil preso às amarras da união aduaneira e pregou esforço para acordos comerciais com os Estados Unidos e a União Europeia.

SÃO PAULO (Reuters) – O pré-candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, prometeu nesta sexta-feira transparência na política fiscal, redução da margem de tolerância da meta de inflação e revisão das bases do acordo do Mercosul.

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A mexicanização do Brasil…… boa, para os EUA!

Já li esse lero-lero, de 94 até 2002.

Ninguém reduz inflação de hortifrutigranjeiros com aumento de juros!

E acordo com gente grande sempre dá mal resultado!

Acabaremos como sobremesa do FMI.

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Maior navio regaseificador do mundo começa a operar.

A Petrobras colocou em operação comercial hoje (15), na Baía de Guanabara (RJ), o maior navio regaseificador do mundo. Construído na Coréia do Sul, o Experience tem capacidade para armazenar um volume equivalente a 104 milhões de m³ de gás natural. A embarcação tem a função de armazenar Gás Natural Liquefeito (GNL), convertendo-o para gás natural por meio de uma planta de regaseificação, sendo também capaz de transportá-lo, podendo suprir outros terminais, se necessário.

Com mais esta operação, a capacidade total de regaseificação da Petrobras é de 41 milhões de m³/dia.  A frota de navios da petroleira, com esta função, inclui ainda o Golar Winter (Bahia) e o Golar Spirit (Pecém).

Durante o comissionamento foi realizada uma operação de gaseificação e resfriamento dos tanques do navio até 160ºC negativos, preparando-os para receber o GNL. Essa operação é inédita na Petrobras e habilita a companhia a prestar esse tipo de serviço.

O navio, afretado pela Petrobras, por um período de 15 anos, tem 294,5 metros de comprimento, 46,4 metros de largura e 61 metros de altura, sendo capaz de operar também nos Terminais de Regaseificação da Petrobras localizados na Baía de Todos os Santos, na Bahia, e no Porto de Pecém, no Ceará.

O Experience pertence à empresa norte-americana Excelerate e foi construído no Estaleiro Daewoo Shipbuilding and Marine Engineering (DSME) de acordo com as especificações da Petrobras, que manteve uma equipe de engenheiros residentes para acompanhar a construção durante um ano e oito meses, entre setembro de 2012 e abril deste ano.

O GNL, importado de vários fornecedores em diferentes partes do mundo, destina-se ao atendimento da demanda do mercado nacional por gás natural, principalmente o mercado termelétrico. Seu propósito é dar maior flexibilidade e garantia ao suprimento, aumentando a segurança energética no país, condição fundamental para estimular novos investimentos.

A Petrobras colocou em operação comercial hoje (15), na Baía de Guanabara (RJ), o maior navio regaseificador do mundo. Construído na Coréia do Sul, o Experience tem capacidade para armazenar um volume equivalente a 104 milhões de m³ de gás natural. A embarcação tem a função de armazenar Gás Natural Liquefeito (GNL), convertendo-o para gás natural por meio de uma planta de regaseificação, sendo também capaz de transportá-lo, podendo suprir outros terminais, se necessário.

Com mais esta operação, a capacidade total de regaseificação da Petrobras é de 41 milhões de m³/dia. A frota de navios da petroleira, com esta função, inclui ainda o Golar Winter (Bahia) e o Golar Spirit (Pecém).

Durante o comissionamento foi realizada uma operação de gaseificação e resfriamento dos tanques do navio até 160ºC negativos, preparando-os para receber o GNL. Essa operação é inédita na Petrobras e habilita a companhia a prestar esse tipo de serviço.

O navio, afretado pela Petrobras, por um período de 15 anos, tem 294,5 metros de comprimento, 46,4 metros de largura e 61 metros de altura, sendo capaz de operar também nos Terminais de Regaseificação da Petrobras localizados na Baía de Todos os Santos, na Bahia, e no Porto de Pecém, no Ceará.

O Experience pertence à empresa norte-americana Excelerate e foi construído no Estaleiro Daewoo Shipbuilding and Marine Engineering (DSME) de acordo com as especificações da Petrobras, que manteve uma equipe de engenheiros residentes para acompanhar a construção durante um ano e oito meses, entre setembro de 2012 e abril deste ano.

O GNL, importado de vários fornecedores em diferentes partes do mundo, destina-se ao atendimento da demanda do mercado nacional por gás natural, principalmente o mercado termelétrico. Seu propósito é dar maior flexibilidade e garantia ao suprimento, aumentando a segurança energética no país, condição fundamental para estimular novos investimentos.

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O lucro dos bancos!

spread-no-brasil-2003-2012

BRASÍLIA – As distorções tributárias do País prejudicam a classe média, que contribui com mais impostos do que os bancos. Análise feita pelo Sindicato Nacional de Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), e confirmada por especialistas, indica que os trabalhadores pagaram o equivalente a 9,9% da arrecadação federal somente com o recolhimento de Imposto de Renda ao longo de um ano. As entidades financeiras arcaram com menos da metade disso (4,1%), com o pagamento de quatro tributos.

“Ah, mas a inadimplência”……….

Dando sequência à mudança de perfil em sua carteira de crédito, para contemplar operações de menor risco como consignado e imobiliário, o Itaú conseguiu reduzir a inadimplência de 3,7% em dezembro para 3,5% no fim de março, o menor nível desde a fusão com o Unibanco, em novembro de 2008. Em doze meses, a redução foi de 1 ponto percentual.

Mas os bancos te cobram um IR que não pagam…..Pelo estudo, o lucro dos bancos passou de R$ 3,637 bilhões em 2000 para R$ 19,873 bilhões em 2006, um salto de 446%. Já o total de impostos pagos passou de R$ 4,422 bilhões para R$ 14,778 bilhões: uma alta de 211%. Entre 2000 e 2006, os bancos recolheram R$ 51,9 bilhões em Imposto de Renda e CSLL. Já os assalariados pagaram de IR R$ 233,8 bilhões, 4 vezes e meia mais. A Federação Brasileira dos Bancos não quis comentar o estudo.

Por inadimplência e impostos, os bancos te cobram 50% do custo do empréstimo!

É o MAIOR spread do mundo, longe!!!!!

A PETROBRÁS, apenas em 2013, recolheu R$ 76 bilhões de reais!

Há algo errado!

                                               

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MANTEGA: GOVERNO NÃO GASTA MAIS DO QUE ARRECADA.

Antonio Augusto Limeira Mena Bar:

 

Ministro da Fazenda, Guido Mantega disse em audiência pública nas comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados nesta quarta (14) que o governo está fazendo superávit primário menor porque está desenvolvendo uma política anticíclica; “Mesmo assim, o superávit é um dos maiores do mundo”, ressaltou.

O governo não gasta mais do que arrecada, disse hoje (14) o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em audiência pública nas comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. “Não há despesa maior do que a receita. Estamos fazendo superávit [primário] menor porque estamos fazendo política anticíclica [gastos para amenizar os efeitos de crises econômicas]. [Mesmo assim, o superávit] é um dos maiores do mundo”, disse.

O ministro referiu-se ao resultado primário, que exclui o pagamento dos juros da dívida pública, para justificar o esforço fiscal. Mantega declarou que o país vem cumprindo as metas de superávit primário – economia nas contas públicas para pagar os juros da dívida. “Fazemos superávit primário há 11 anos e seguiremos fazendo”, afirmou aos deputados. Para este ano, a meta do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) é economizar R$ 80,8 bilhões, equivalentes a 1,55% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país).

Mantega disse ainda que o momento não é oportuno para a aprovação da renegociação das dívidas dos estados e municípios, que pode ser votada no Senado, porque poderia passar impressão errada das contas públicas aos investidores estrangeiros. O ministro lembrou que se reuniu ontem (13) com representantes da agência de classificação de risco Fitch, que sinalizaram a manutenção da nota brasileira. Em março, outra agência, a Standard & Poor’s, rebaixou a nota do país, mas manteve o grau de investimento – capacidade de um país não dar calote na dívida pública.

“Tivemos a Standard & Poor’s dizendo que estaríamos com descontrole nas contas públicas. Não é correto, mas influenciou na confiança. [O projeto de renegociação da dívida dos estados e municípios] tem os seus méritos, a questão é o momento em que deve ser aprovado. [A renegociação] deixa a falsa ideia de que vai causar descontrole [fiscal] à medida que vai introduzir redução dessa dívida, mudando o indexador. A questão fiscal é espinhosa, é de confiança”, declarou.

Por outro lado, o ministro defendeu a renovação da desoneração da folha de pagamento, política que beneficiou empresas e resultou em renúncia fiscal R$ 13,2 bilhões no ano passado. No primeiro bimestre deste ano, os custos dobraram ante igual período de 2013. “Se depender de mim, vamos renovar essa desoneração. A General Eletric anunciou que vai fazer turbinas no Brasil para exportar à China em função da desoneração da folha. [A medida] deve ser estrutural”, disse.

Por fim, Mantega destacou o combate à inflação do governo. Ele ressaltou que 2003 foi o único ano em que o custo de vida ultrapassou o teto da meta estabelecida pelas autoridades econômicas. De acordo com o ministro, a inflação se aproximará do centro da meta à medida que houver desindexação da economia brasileira. “Ainda temos resquício de indexação [sistema de ajuste de preços de acordo com índices oficiais]. Também tivemos choque de alimentos, com seca nos Estados Unidos. Subiu a inflação, mas o setor faturou e o Brasil produziu grãos Tivemos três anos de pressão inflacionária”, acrescentou.

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Mantega nega que alta de preço da gasolina esteja represada.

1 – Ministro diz não ter lido entrevista do colega Aloizio Mercadante, segundo quem o governo segura reajustes para não impulsionar a inflação.

2 – Segundo Mantega, que participava do conselho à época, a tentativa era de anular a exigência de compra porque a parceira da Petrobras não havia feito os investimentos previstos e que isso “fazia sentido”. Ele afirmou que foi contrário à compra da segunda metade de Pasadena.

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Mantega, Mercadante, Graça Foster, Dilma……  brilhantes!!

Mas sem sintonia alguma!

O PSDB agradece!

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Se inflação é ruim, deflação é melhor? Ou….. a coisa tá feia na Europa!

“É um fenômeno indesejado, principalmente quando a deflação é provocada pelo excesso de capacidade produtiva”, explica Luiz Gonzaga Belluzzo, professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas. Quer dizer, os preços acabam caindo sempre que sobram mercadorias por falta de consumidores.

Como as empresas não conseguem vender como antes, mesmo a preços menores, o faturamento e o lucro também acabam reduzidos. Para não ficar no prejuízo, elas são obrigadas a diminuir o ritmo da produção e a demitir funcionários. Com o desemprego alto, ninguém costuma gastar além da conta. Por isso, a oferta de serviços e os estoques crescem. Resultado: excesso de bens e preços menores que os de períodos anteriores.

O processo de deflação ainda pode ser iniciado, ou agravado, pela baixa oferta de moeda. Quer dizer, falta dinheiro em circulação, seja por causa dos juros altos, que tornam o crédito proibitivo, seja pela falta de investimentos. Essa bola de neve costuma afetar todos os setores da economia, do agricultor aos fabricantes de eletrodomésticos, além de abalar a própria estrutura social.

“A deflação cria um efeito muito perverso para a sociedade. Além do desemprego, existem também fatores psicológicos, como o medo de uma crise. As pessoas adiam as compras e, esperando sempre por preços menores, deixam de gastar”, diz o economista Juarez Rizzieri, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da USP.

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Só Alemanha ainda não entrou na espiral deflacionária.

Não, o mundo não tá feliz!

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Deu “sorte”…..

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The IMF Goes to War in Ukraine

 

“May 07 2014 “ICH” – “RT” – The IMF has approved a $17 billion loan to Ukraine. The first $3.2 billion tranche has arrived on Wednesday.”

By Pepe Escobar

May 07 2014 “ICH” – “RT” – The IMF has approved a $17 billion loan to Ukraine. The first $3.2 billion tranche has arrived on Wednesday.

It’s essential to identify the conditions attached to this Mafia-style “loan.” Nothing remotely similar to reviving the Ukrainian economy is in play. The scheme is inextricably linked to the IMF’s notorious, one-size-fits-all “structural adjustment” policy, known to hundreds of millions from Latin America and Southeast Asia to Southern Europe.

The regime changers in Kiev have duly complied, launching the inevitable austerity package – from tax hikes and frozen pensions to a stiff, over 50 percent rise on the price of natural gas heating Ukrainian homes. The “Ukrainian people” won’t be able to pay their utility bills this coming winter.

Predictably, the massive loan is not for the benefit of “the Ukrainian people.” Kiev is essentially bankrupt. Creditors range from Western banks to Gazprom – which is owed no less than $2.7 billion. The “loan” will pay back these creditors; not to mention that $5 billion of the total is earmarked for payments of – what else – previous IMF loans. It goes without saying that a lot of the funds will be duly pocketed – Afghanistan-style – by the current bunch of oligarchs aligned with the “Yats” government in Kiev.

The IMF has already warned that Ukraine is in recession and may need an extension of the $17 billion loan. IMF newspeak qualifies it as “a significant recalibration of the program.” This will happen, according to the IMF, if Kiev loses control of Eastern and Southern Ukraine – something already in progress.

Eastern Ukraine is the country’s industrial heartland – with the highest GDP per capita and home of key factories and mines, mostly in the Donetsk region, which happens to be largely mobilized against the neo-fascist/neo-nazi-aligned regime changers in Kiev. If the current conflagration persists, this means both industrial exports and tax revenues will go down.

So here’s the IMF prescription for the oligarch bunch – some of them actively financing Right Sector militias: As long as you’re facing a popular rebellion in Eastern and Southern Ukraine, relax; you will get additional IMF cash further on down the road. Talk about a crash course in disaster capitalism.

We want you to invade

Meanwhile, the Obama administration’s juvenile delinquent school of diplomacy remains on track: the plan is to entice Moscow to “invade.” Benefits would be immense. Washington would destroy once and for all the emerging strategic partnership between the EU, especially Germany, and Russia, part of a more organic interaction between Europe and Asia; keep Europe perennially under America’s thumb; and boost Robocop NATO after its Afghan humiliation.

Well, they are not juvenile delinquents for nothing. Yet this brilliant plan forgets a key component: enough competent troops willing to apply Kiev’s designs. The regime changers dissolved the Berkut federal riot police. Big mistake – because they are pros; they are unemployed; and now, holding a monster grudge, amply supporting Ukrainians in favor of federalization.

What the Ministry of Truth script imposed on all Western corporate media insists on labeling “pro-Russian separatists” are in fact Ukrainian federalists. They don’t want to split. They don’t want to join the Russian Federation. What they want is a federalized Ukraine with strong, autonomous provinces.

imf reform

Meanwhile, in Pipelineistan…

Washington is actively praying that the confrontation between the EU and Russia on the gas front spirals out of control. Natural gas will amount to 25 percent of the EU’s needs up to 2050. Since 2011 Russia is the number one supplier, ahead of Norway and Algeria.

The bureaucrat-infested European Commission (EC) is now concentrating its attacks on Gazprom on the South Stream pipeline – whose construction starts in June. The EC insists that the agreements already struck between Russia and seven EU countries infringe the laws of the EU (how come they didn’t find that out earlier?). The EC would like South Stream to become a “European,” not a Gazprom project.

Well, that depends on a lot of serious diplomacy and the internal politics of various EU member states. For instance, Estonia and Lithuania depend 100 percent on Gazprom. Some countries, such as Italy, import over 80 percent of their energy; others, such as the UK, only 40 percent.

It’s like the EC suddenly woke up from its usual torpor and decided that South Stream is a political football. Günther Oettinger, the EU’s energy commissioner, has been blaring the horn of EU competition laws called “the third energy package” – which would essentially require Gazprom to open South Stream to other suppliers. Moscow filed a complaint to the World Trade Organization (WTO).

Rigorous application of recently unearthed EU law is one thing. Facts on the ground are another. South Stream may cost up to 16 billion euros – but it will be built, even if financed by Russia’s state budget.

Moreover Gazprom, in 2014 alone, has already signed extra deals with German, Italian, Austrian and Swiss partners. Italy’s ENI and France’s EDF are partners from the start. Germany, Italy, Bulgaria, Hungary and Austria are deeply involved in South Stream. No wonder none of them are in favor of more sanctions on Russia.

As for any substantial move by the EU to find new supply sources, that’s a process that should take years – and should involve the best possible alternative source, Iran, assuming a nuclear deal with the P5+1 is struck this year. Another possible source, Kazakhstan, exports less than it could, and that will remain the case because of infrastructure problems.

So we’re back to the Ukrainian tragedy. Moscow won’t “invade.” What for? The IMF’s structural adjustment will devastate Ukraine more than a war; most Ukrainians may even end up begging Russia for help. Berlin won’t antagonize Moscow. So Washington’s rhetoric of “isolating” Russia is just revealed for what it is: juvenile delinquency.

What’s left for the Empire of Chaos is to pray for chaos to keep spreading across Ukraine, thus sapping Moscow’s energy. And all this because the Washington establishment is absolutely terrified of an emerging power in Eurasia. Not one, but two – Russia and China. Worse: strategically aligned. Worse still: bent on integrating Asia and Europe. So feel free to picture a bunch of Washington angry old men hissing like juvenile delinquents: “I don’t like you. I don’t want to talk to you. I want you to die.”

Pepe Escobar is the roving correspondent for Asia Times/Hong Kong, an analyst for RT and TomDispatch, and a frequent contributor to websites and radio shows ranging from the US to East Asia.

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Como é?????? Isso é uma análise?????

Dois meses, 60% de alta: Petrobras não para de subir mesmo cheia de problemas.

Mesmo em meio a tantos problemas de dívida, produção e preços congelados, companhia viu suas ações dispararem em meio ao rali eleitoral iniciado em março.

SÃO PAULO – Quem ficou longe da bolsa brasileira nos últimos dois meses deve ter se assustado quando viu a diferença de preços das ações da Petrobras (PETR3; PETR4) de lá pra cá. Em 17 de março, os papéis ordinários e preferenciais da estatal estavam valendo R$ 11,61 e R$ 11,81, respectivamente; nesta quarta-feira, 7 de maio, PETR3 e PETR4 fecharam a  17,40 e R$ 18,58.

Com isso, as ações ON e PN tiveram valorizações 49,78% e 57,92% neste período, estando atualmente nos seus maiores patamares desde o final de novembro de 2013 – ou seja, antes da forte queda após a divulgação da nebulosa metodologia de reajuste dos preços da companhia. Em valor de mercado, a valorização da estatal chegou a surpreendentes R$ 81 bilhões.

Em novembro passado, a mudança na metodologia foi acompanhada como uma oportunidade para que a empresa mudasse a percepção dos investidores. Contudo, a proposta que seria encaminhada para o conselho de administração da Petrobras ficou pelo caminho – boa parte atribuído à resistência de membros do conselho, que fazem parte do governo – e, mesmo com um anúncio de aumento de preços, diversas casas de análise revisaram para baixo as estimativas para a companhia, ainda mais por não ter havido sinalização de mudanças em termos de governança corporativa, já que não foi revelada a “fórmula” para os reajustes.

Por mais que a fórmula não tenha sido revelada, muito se debate sobre o uso da petrolífera para conter a inflação no País ao manter os preços administrados, o que afeta o balanço da estatal. Isso porque a Petrobras precisa importar petróleo para atender a demanda interna e, como o preço para trazer a commodity pra cá é maior do que o praticado no Brasil, ela acumula prejuízo.

Seguiram-se a este movimento os resultados fracos apresentados pela companhia desde então, a alta alavancagem levando os níveis de endividamento acima dos considerados aceitáveis até pela própria companhia, que tem buscado realizar diversos desinvestimentos e programas de melhora da eficiência. Enquanto isso, a produção de petróleo patina, apesar das boas perspectivas,o que confirmou o cenário negativo, levando a uma conjunção de fatores (Infomoney). Hein????

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